TLAXCALA تلاكسكالا Τλαξκάλα Тлакскала la red internacional de traductores por la diversidad lingüística le réseau international des traducteurs pour la diversité linguistique the international network of translators for linguistic diversity الشبكة العالمية للمترجمين من اجل التنويع اللغوي das internationale Übersetzernetzwerk für sprachliche Vielfalt a rede internacional de tradutores pela diversidade linguística la rete internazionale di traduttori per la diversità linguistica la xarxa internacional dels traductors per a la diversitat lingüística översättarnas internationella nätverk för språklig mångfald شبکه بین المللی مترجمین خواهان حفظ تنوع گویش το διεθνής δίκτυο των μεταφραστών για τη γλωσσική ποικιλία международная сеть переводчиков языкового разнообразия Aẓeḍḍa n yemsuqqlen i lmend n uṭṭuqqet n yilsawen dilsel çeşitlilik için uluslararası çevirmen ağı la internacia reto de tradukistoj por la lingva diverso

 20/05/2013 Tlaxcala, the international network of translators for linguistic diversity Tlaxcala's Manifesto  
English  
 AFRICA 
AFRICA / Uganda, a nova agressão militar dos Estados Unidos
Date of publication at Tlaxcala: 01/11/2011
Translations available: English 

Uganda, a nova agressão militar dos Estados Unidos

ODiario.info

 

Explodiam as últimas bombas sobre a Líbia quando a Casa Branca tomou a decisão de intervir militarmente noutro país africano. A agressão teve por alvo o Uganda e passou quase despercebida; os media dedicaram-lhe menos atenção do que ao namoro de uma estrela de Hollywood.

O presidente Obama achou oportuno anunciar o desembarque em Uganda de tropas de combate dos EUA num discurso dirigido ao povo norte-americano.
«Foi necessário - afirmou - proceder à remoção de Joseph Kony do campo de batalha porque o exército de Resistência do Senhor» configura «uma ameaça para a segurança regional».

A sinuosidade do discurso presidencial torna indispensável a sua descodificação.

O exército a que se refere é um fantasma. O «inimigo» desta vez é uma mini guerrilha, na realidade uma seita religiosa sem base social, que opera no país há mais de 20 anos; Kony o seu teólogo.
Somente agora a Casa Branca tomou conhecimento da existência desses perigosos guerrilheiros.

Vai durar muito a permanência das tropas especiais estadunidenses? Obama dissipou dúvidas: «ficarão nos país tempo que for necessário». E acrescentou: os militares norte-americanos estão disponíveis para intervir no Congo e na República Centro Africana», se isso for solicitado por Estados da Região.

Esta nova intervenção militar dos EUA insere-se na estratégia que levou à criação do AFRICOM, o exército permanente americano para o Continente cujo comando funciona ainda na Alemanha, enquanto decorrem negociações para a sua instalação numa capital africana.

Os aliados europeus, Sarkozy, Merkel e Cameron, apoiam a estratégia imperial dos EUA cujas agressões justificam o rótulo que lhe colam já de IV Reich.

Observadores recordam que Hitler anexou a Áustria, garantindo que não tinha mais reivindicações. No ano seguinte, após Munique, ocupou a Checoslovaquia, anunciando uma era de paz. Em l939 invadiu a Polónia.

Até onde ira o imperialismo norte-americano? Invadiu o Iraque e o Afeganistão; patrocinou e financiou a agressão à Líbia, alegando a necessidade de proteger as populações numa intervenção humanitária; agora invade o Uganda, e ameaça a Síria e o Irão.

Lentamente, os povos, da Ásia à Europa e da América Latina à África, tomam consciência de que a barbárie imperialista representa hoje uma ameaça global à humanidade. Mobilizarem-se contra ela em defesa da civilização, da própria continuidade da vida é uma exigência da Historia.

OS EDITORES DE O DIARIO INFO
 





Courtesy of ODiario.info
Source: http://www.odiario.info/?p=2253
Publication date of original article: 26/10/2011
URL of this page: http://www.tlaxcala-int.org/article.asp?reference=6112

 

Tags: UgandaEUAObamaImperialismoIV ReichÁfricaAFRICOM
 

 
Print this page
Print this page
  Send this page
Send this page


 All Tlaxcala pages are protected under Copyleft.