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 19/06/2019 Tlaxcala, the international network of translators for linguistic diversity Tlaxcala's Manifesto  
English  
 ABYA YALA 
ABYA YALA / A “Guerra Híbrida” da CIA contra a Venezuela
Date of publication at Tlaxcala: 06/04/2019
Original: La “Guerra Ibrida” della CIA contro il Venezuela
Translations available: English  Français 

A “Guerra Híbrida” da CIA contra a Venezuela

Achille Lollo

Edited by  Pedro Ribeiro Nogueira

 

Apesar da "Operación Constitucion", ter acabado com o retorno miserável e silencioso de Juan Guaidò a Caracas, e com a captura dos quatro comandantes do dito "Exército de Libertação Venezuelano" (1), atualmente na região de Tona, no departamento colombiano de Santander, as "antenas" da CIA e os funcionários colombianos da Inteligência e Contrainteligencia Militar Conjunta-J2, continuam os preparativos para criar um "foco" subversivo nos estados venezuelanos de Tachira, Zulia, Amazonas e Apure, a partir dos quais promover a guerra civil, que envolveria a Colômbia e, portanto, a imediata intervenção militar dos Estados Unidos.

Com base nessa perspectiva, no dia 4 de março, o vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, voltou ao ataque lembrando que "… o presidente Donald Trump continua firmemente convencido da necessidade urgente de acabar com o governo liderado por Nicolas Maduro, mesmo com uma solução militar ( 2) e sem autorização internacional! … "

Uma declaração escandalosa que não foi bem recebida nem mesmo pelos lacaios do Grupo Lima (3), registrando novamente a dissidência dos generais brasileiros e dos argentinos, a quem se juntou o desentendimento de muitos altos oficiais colombianos.

De fato, em 25 de fevereiro, o vice-presidente do Brasil, general Hamilton Mourão, presente no encontro do grupo de Lima, realizado na capital colombiana, Bogotá, reafirmou diante do aturdido Mike Pence a posição contrária dos militares brasileiros, que o próprio general Mourão anunciou,  pela primeira vez, em 23 de janeiro, logo após Juan Guaidò ter sido coroado com o título de "Presidente Interino" por Donal Trump. Um pronunciamento que rompeu a ênfase belicosa da Casa Branca, porque o general Hamilton Mourão, que na época, ocupava o cargo presidencial na ausência do presidente Jair Bolsonaro, declarou com extrema clareza: "O Brasil e suas Forças Armadas não se envolverão na política interna da Venezuela! ".

Consequentemente, a posição expressa pelo vice-presidente brasileiro, general Mourão na reunião do grupo de Lima, influenciou o posicionamento dos generais argentinos, que, apesar das declarações belicosas do presidente Macri, categoricamente lembraram que: "… as Forças Armadas argentinas poderiam integrar uma missão de paz na Venezuela somente se a mesma for votada e autorizada pela Assembléia das Nações Unidas! .. ".

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Courtesy of Brasil de Fato
Publication date of original article: 03/04/2019
URL of this page : http://www.tlaxcala-int.org/article.asp?reference=25728

 

Tags: Guerra HíbridaCIAImperialismo EUAVenezuelaAbya Yala
 

 
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