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 16/12/2018 Tlaxcala, the international network of translators for linguistic diversity Tlaxcala's Manifesto  
English  
 ASIA & OCEANIA 
ASIA & OCEANIA / O Novo Grande Jogo move-se da Ásia-Pacífico para o Indo-Pacífico (I & II)
Date of publication at Tlaxcala: 18/12/2017
Original: The New Great Game moves from Asia-Pacific to Indo-Pacific (I & II)

O Novo Grande Jogo move-se da Ásia-Pacífico para o Indo-Pacífico (I & II)

Pepe Escobar Пепе Эскобар

Translated by  Coletivo de tradutores Vila Vudu

 

No contexto do Novo Grande Jogo na Eurásia, as Novas Rotas da Seda, conhecidas como Iniciativa Cinturão e Estrada, ICE, integra todos os instrumentos do poder nacional da China – políticos, econômicos, diplomáticos, financeiros, intelectuais e culturais – para modelar a ordem geopolítica/geoeconômica do século 21. ICE é o conceito que organiza a política externa da China para o futuro que se pode antever; o coração do qual foi posto em termos de conceito antes até do presidente Xi Jinping, como "a ascensão pacífica da China".

Pagode do Grande Ganso Selvagem, Xi'an, província de Shaanxi, China. Foto de cinderella-abc

A reação do governo Trump ao fôlego e aos objetivos da ICE foi, pode-se dizer, minimalista. Por hora, resume-se a uma mudança de terminologia, do que antes se conhecia como Ásia-Pacífico, para o que hoje se conhece como "Indo-Pacífico". O governo Obama, até a última visita do ex-presidente à Ásia, em setembro de 2016, sempre falou de Pacífico Asiático.

O Indo-Pacífico inclui o sul da Ásia e o Oceano Índico. Assim, de um ponto de vista norte-americano, implica elevar a Índia ao status de superpotência global ascendente capaz de "conter" a China.

O secretário de Estado dos EUA Rex Tillerson não poderia ter dito em termos mais claros: "O centro de gravidade do mundo está mudando, para o coração do Indo-Pacífico. EUA e Índia – com nossos objetivos partilhados de paz, segurança, liberdade de navegação e uma arquitetura livre e aberta – devem servir como faróis oriental e ocidental do Indo-Pacífico. Como o porto e as luzes de estibordo entre os quais a região pode atingir sem maior e melhor potencial."

Tentativas para pintá-la como "abordagem holística" podem mascarar uma clara mudança geopolítica de rumo, na qual "Indo-Pacífico" soa como remix "movimento de pivô para a Ásia", de Obama, estendido à Índia.

Indo-Pacífico aplica-se diretamente ao trecho do Oceano Índico na Rota Marítima da Seda, o qual, como uma das principais rotas de conectividade da China, aparece com grande destaque na "globalização com características chinesas". Tanto quanto Washington, Pequim é completamente favorável a livres mercados e acesso aberto às mercadorias. Mas isso não tem de implicar necessariamente que, de um ponto de vista chinês, uma rede institucional única, gigante e supervisionada pelos EUA.

"Eurasiáfrica"?

No que tenha a ver com Nova Delhi, abraçar o conceito de Indo-Pacífico implica assumir um risco de caminhar na corda bamba.

Ano passado, ambos Índia e Paquistão foram incorporados como membros formais da Organização de Cooperação de Xangai, elemento chave da parceira estratégica Rússia-China.

Índia, China e Rússia são países BRICS; o presidente do Novo Banco de Desenvolvimento dos BRICS, com sede em Xangai, é indiano. A Índia é membro do Banco Asiático de Investimento e Infraestrutura liderado pela China. E até recentemente a Índia também participava da Iniciativa Cinturão e Estrada, ICE.

Mas foi quando as coisas começaram a complicar, em maio passado, quando o primeiro-ministro Narendra Modi recusou-se a comparecer à reunião de cúpula da ICE em Pequim, por causa do Corredor Econômico China-Paquistão (CECP), entroncamento chave da ICE e que atravessa o Gilgit-Baltistão e a sensível região que o Paquistão define como Azad Caxemira e a Índia como a Caxemira ocupada pelo Paquistão.

Na sequência disso tudo, numa reunião do Banco de Desenvolvimento da África em Gujarat, Nova Delhi revelou o que pode ser definido como projeto rival da ICE: o Corredor para Crescimento Ásia-África (CCAA) – em parceria com o Japão. Esse CCAA não poderia ser mais "Indo-Pacífico", e realmente demarca um Corredor Liberdade no Indo-Pacífico, pago pelo Japão e com o know-how da Índia sobre a África, capaz de rivalizar com – e o que seria? – a Iniciativa Cinturão Estrada.

Por enquanto, nada há além de um já confesso "documento de visão geral" partilhado por Modi e seu contraparte japonês Shinzo Abe para fazer várias coisas em tudo assemelhadas ao que faz a ICE, tipo desenvolver infraestruturas e conectividade digital de ponta.

E com o CCAA vem o Quadrilateral, que o Ministério de Relações Exteriores do Japão divulga como projeto de "uma ordem internacional livre e aberta, baseada no Estado de Direito no Indo-Pacífico." Mais uma vez se opõe a "estabilidade da região do Indo-Pacífico" e o que Tóquio define como "a agressiva política exterior da China" e "beligerância no Mar do Sul da China", que gera riscos contra o que a Marinha dos EUA define como "liberdade de navegação".

Apesar de Xi e Abe terem comemorado um novo início das relações sino-japonesas, a realidade indica outra coisa. O Japão, invocando a ameaça que viria da República Popular Democrática da Coreia, mas, na verdade, temendo a rápida modernização militar da China, comprará mais armas dos EUA. Ao mesmo tempo, Nova Delhi e Canberra estão preocupadíssimas com o massacre econômico militar pelos chineses.

Essencialmente, o CCAA e o Quadrilateral conectam a Política Act East Policy da Índia, e a estratégia japonesa de Free and Open Indo-Pacífico. Se se leem esses dois documentos, não é exagero concluir que a estratégia indo-japonesa visa a constituir uma "Eurasiáfrica".

Na prática, à parte a expansão na África, Tóquio também visa a espalhar projetos de infraestrutura por todo o Sudeste da Ásia, em cooperação com a Índia – alguns que competem ou se sobrepõem à ICE. O Banco Asiático de Desenvolvimento, enquanto isso, pesquisa modelos alternativos de financiamento para projetos de infraestrutura externos à ICE.

No pé em que estão as coisas, o Quadrilateral é ainda obra em progresso, com seu foco na "estabilidade da região do Indo-Pacífico" apostando contra o desejo confesso de Pequim de criar uma "comunidade com futuro partilhado" no Pacífico Asiático. Há razões para que nos preocupemos com a evidência de que essa nova configuração possa realmente evoluir para clara e violenta polarização econômica/militar da Ásia.

Racha no coração dos BRICS

A Ásia precisa de estonteantes $1,7 trilhões por ano, para projetos de infraestrutura, segundo o Banco Asiático de Desenvolvimento. Em teoria, a Ásia como um todo tem muito a ganhar com essa chuva de projetos da ICE chinesa acrescida de mais projetos financiados pelo BDA e conectados ao CCAA.

Considerando o âmbito e o escopo extremamente ambiciosos de toda a estratégia, a ICE largou à frente e tem hoje considerável vantagem de partida. As vastas reservas de Pequim já estão orientadas para investir numa rede asiática gigante de infraestrutura, com o que exportam seu excedente de capacidade para construir e melhoram a conectividade em todo o mundo.

Diferente disso, Nova Delhi mal tem capacidade industrial para atender às necessidades da Índia. De fato, a Índia precisa muitíssimo de investimentos em infraestrutura; segundo extenso relatório, a Índia precisa de pelo menos $1,5 trilhão ao longo da próxima década. E para piorar, a Índia amarga um persistente déficit comercial com a China.

Sucesso tangível provável é o investimento indiano no porto de Chabahar no Irã, como parte de uma estratégia comercial afegã (vide a segunda parte do relatório).

 



Além dos projetos de energia/conectividade como o sistema nacional digital ID Aadhaar (1,18 bilhões de usuários) e investimentos numa série de usinas de energia solar, a Índia tem muito que andar. Segundo o recentemente publicado Índice Global da Fome [ing. Global Hunger Index (GHI)], a Índia está em 100º lugar dentre 119 countries pesquisados sobre fome infantil, considerados quatro indicadores: subnutrição, mortalidade infantil, crianças abandonadas e doenças infantis. A Índia está preocupantes sete pontos abaixo da Coreia do Norte. E só sete pontos acima do Afeganistão, o último da lista.

Nova Delhi não perderia se construísse projeto consciente para construir uma parceria de cooperação Índia-China, no quadro dos BRICS. Aí se inclui aceitar que os investimentos da ICE são úteis e essenciais para desenvolver a infraestrutura indiana. As portas continuam abertas. Todos os olhos estão postos nos dias 10-11 de dezembro, quando a Índia hospeda uma reunião trilateral Rússia-Índia-China – em nível ministerial.



Treliças (e outros paralelos entre a China da era Qing e a Índia da era Mogul), pelo Wolfberry Studio

 Segunda parte

Novo Grande Jogo: China e Índia velejam para águas agitadas

O Corredor Bangladesh-China-Índia-Myanmar, que inclui um oleoduto da Baía de Bengala até a província de Yunnan, também está no coração do projeto das Rotas da Seda, bem como o Corredor Econômico China-Paquistão [ing. China-Pakistan Economic Corridor, CPEC]. Estende-se de Xinjiang até Gwadar e inclui elos de fibra-ótica, zonas econômicas e investimentos em novas rodovias e portos.

Por fim, há a Rota Marítima da Seda, que parte do litoral do sudeste da China rumo ao Oceano Índico e o Chifre da África, antes de tomar o rumo de Veneza na Itália e Rotterdam na Holanda. No coração dessa teia há portos e logística de infraestrutura.

Mesmo assim, muito se falou do fato de Islamabad ter sido excluída do negócio de $14 bilhões do Corredor Econômico China-Paquistão, para construir a Barragem Diamer-Bhasha. Naquela ocasião a mídia sugeriu que os termos do financiamento chinês não teriam interessado ao Paquistão. A mídia também noticiou que a exigência por Pequim, de que se usasse o renminbi na Zona Franca de Gwadar, comprometeria a "soberania econômica" do Paquistão.

Mas fato é que a iniciativa CPEC de $57 bilhões é realmente uma hidra de muitas cabeças, com plano de longo prazo para construir no programa inicial de 2014 e até 2030 33 projetos de infraestrutura. Dos que há na lista original, 21 são relacionados à energia, 16 têm a ver com geração e transmissão de energia, e oito são relacionados ao desenvolvimento do porto de Gwadar. Outros quatro envolvem projetos de transporte.

Negociação dura

A construção já começou em 18 desses programas. Mas pode ainda haver problemas à frente. "Por melhores que sejam as relações China-Paquistão, é inegável que haverá discrepâncias num programa dessa envergadura", disse Du Youkang, diretor de pesquisa sobre o Paquistão na Fudan University. "Estamos falando de dúzias de projetos de bilhão de dólares e de centenas de projetos menores."

Outra vez, há uma impressão de que o Paquistão pode estar recebendo um tratamento muito duro de Pequim. Geopoliticamente, do ponto de vista da China, o CPEC, e especialmente o desenvolvimento de Gwadar, é essencial à estratégia marítima e comercial dos chineses. Num só passo, deixa para trás do Mar do Sul da China, o Estreito de Malaca e a Baía de Bengala.

"Em vez do risco de as rotas serem interrompidas pela Marinha dos EUA e de seus aliados indo-japoneses, a China poderia usar o porto do terminal do CPEC em Gwadar como sua base de operações para encurtar muito suas Rotas Marítimas de Comunicação [ing. Sea Lines of Communication, SLOC] com a África" – revelou relatório de Global Research.

É possível que aí haja um ponto de atrito entre o CPEC e o Corredor de Crescimento Ásia-África [ing. Asia-Africa Growth Corridor, AAGC], acordo de cooperação econômica entre os governos de Índia e Japão. No fim, tudo se resume à robusta concorrência entre Índia e China, do Golfo de Omã até o Mar da Arábia, importante trecho da região do Indo-Pacífico. Claro, se trata sempre da rivalidade entre os portos de Gwadar no Baloquistão paquistanês e de Chabahar no Baloquistão iraniano, separados por apenas 80 km.

O acordo de Chabahar assinado entre o primeiro-ministro da Índia Narendra Modi e o presidente do Irã Hassan Rouhani em maio passado é, de fato, resposta da Índia ao CPEC. A Índia investirá $500 milhões para expandir e operar Chabahar além de outros projetos, incluída uma usina de liquefação de gás natural.

O porto de Chabahar. Foto: Reuters / Raheb Homavandi

Corredor Estratégico

Índia já finalizou planos para construir uma ferrovia de 900km de Chabahar para Bamiyan no Afeganistão e já está construindo uma estrada de 220km em Nimruz, que será estendida até Chabahar. Assim, o porto de Chabahar fica integrado ao corredor econômico e estratégico que liga Índia ao Afeganistão e à Ásia Central. Como eu já comentei para o Asia Times nos idos de 2009, tudo isso tem a ver com o Baloquistão como entroncamento chave no Novo Grande Jogo na Eurásia.

O Baloquistão realmente conecta Oriente Médio, Ásia Central e Sul da Ásia; e tem 1.600km de litoral, do Estreito de Ormuz a Karachi. Simplesmente não poderia ser mais estratégico com suas fontes naturais de petróleo, gás natural, urânio, carvão, ouro e minério de ferro.

Diferente de Bandar Abbas, Chabahar é o único porto de águas profundas do Irã, assim como Gwadar, e oferece acesso crucialmente importante ao Oceano Índico. Implica um "ganha-ganha" para o Irã, com investimento indiano, que já ampliou a presença de Teerã na Ásia Central e Sul da Ásia, bem como no Mar da Arábia e no Oceano Índico.

Índia é a segundo maior importador de petróleo do Irã, atrás só da China. Assim, além de aumentar o comércio indiano, o porto de Chabahar dará maior segurança energética ao país, graças a importações de petróleo, não só do Irã, mas também do Oriente Médio e, potencialmente, também do Mar Cáspio.

Porta da percepção

A porta está aberta para uma parceria política, econômica, comercial e de investimentos entre Índia e Irã, que pode evoluir para uma aliança estratégica. Índia, como sabemos, é parte dos BRICS, e o Irã espera vir a se tornar membro pleno da Organização de Cooperação de Xangai [ing. Shanghai Cooperation Organization, SCO. Já é possível ver convergirem politicamente e economicamente os países (B)RICS [infelizmente sem o Brasil, que a CIA já arrancou do grupo – mediante golpe de estado para 'mudança de regime' em 2016 (NTs)] e a SCO, convergência política e econômica mediante o desenvolvimento do comércio.

A estratégia Chabahar recebeu forte impulso domingo passado, quando o presidente Rouhani do Irã inaugurou uma nova extensão do porto, a ser servida por um aeroporto internacional. Com isso Chabahar estará ligada não só ao Corredor de Transporte Norte-Sul dentro do Irã, mas também ao  Corredor Internacional de Transporte [ing. North-South Transportation Corridor, INSTC], que se estende de Bandar Abbas no Golfo Persa até a Rússia, a Ásia Central e a Eurásia, antes de se conectar à Europa.

Irã, Índia e Rússia são todos membros chaves do INSTC, mas isso não implica que haja alguma facilidade extra entre os elos Teerã e Islamabad da corrente. O presidente Rouhani foi muito claro sobre isso. "Todos devemos buscar concorrência positiva", disse ele. "Consideramos também bem-vindos outros portos na região, o desenvolvimento de Gwadar é bem-vindo".

Relatórios de um think tank regional tendem a exagerar o peso de uma ameaça, pelo Baloquistão, contra a integração econômica do Sul da Ásia. Mesmo assim, a questão chave ainda é como a Índia conseguirá usar Chabahar para confrontar diretamente o entroncamento chinês de Gwadar. O financiamento e o planejamento do CPEC, previsto para ser um grande porto de águas profundas, incluindo o aeroporto e instalações navais, conectado a Xinjiang por uma rede de estradas, ferrovias gasodutos e oleodutos, reduzem consideravelmente as dimensões da aposta em Chabahar. Estrategicamente, Gwadar representa a China presente no Oceano Índico próxima do Estreito de Ormuz, e faz dela potência sobre dois oceanos.

Com especialistas insistindo que a narrativa da ameaça chinesa não prosperará, não surpreende que Nova Delhi interprete Gwadar essencialmente como a segunda maior economia do mundo preparando uma base naval e um posto de escuta estratégicos. Isso, por sua vez, ameaçaria a Marinha Indiana no Mar da Arábia até o Golfo de Omã, ao mesmo tempo em que a cerca na Ásia Ocidental.

"No futuro, se navios da Marinha chinesa operarem a partir de Gwadar, haverá com o que nos preocupar. Teremos de pensar em meios para mitigar o desafio" – disse o almirante Sunil Lanba, chefe da Marinha da Índia, em sua conferência anual com a imprensa.

Naturalmente, a Marinha do Irã tem uma base em Chabahar. Mas para Nova Delhi, o que importa é Gwadar com a Marinha do Paquistão comprando oito submarinos novos da China. O almirante Lanba dedicou-se demoradamente a tranquilizar sua audiência. "Estamos presentes 24 horas por dia, sete dias por semana, em áreas chaves do Golfo de Áden ao Estreito de Malaca, bem como nos Estreitos de Sunda e Lombok" – insistiu.

Tudo isso se traduz em a Índia impor-se no Indo-Pacífico. E ainda não se cuida das questões mais difíceis do equilíbrio de poder que envolvem o país e o vizinho Paquistão. Dentre os problemas que há aí se inclui a Índia investir num sistema de mísseis de defesa que, em teoria, poderia neutralizar, como força de contenção, a capacidade do Paquistão para segundo ataque nuclear.

Tudo isso converte essa questão num redemoinho de projeções de poder, esferas de influência, segurança e comércio. No final, a única certeza é que esse teatro de sombras que envolve China, Índia, Irã e Paquistão, com os EUA como um terceiro ativo, está no coração do Novo Grande Jogo na Eurásia.

 





Courtesy of Tlaxcala
Source: http://www.atimes.com/article/new-great-game-moves-asia-pacific-indo-pacific/
Publication date of original article: 07/12/2017
URL of this page : http://www.tlaxcala-int.org/article.asp?reference=22232

 

Tags: Índia-ChinaIniciativa Cinturão e Estrada (BRI)Novas Rotas da SedaBRICSPorto de ChabaharIrãPaquistãoRússia
 

 
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